Rodolfo
Guitarra • Letras • Melodias
O cara que chama de “brincadeira” e depois entrega uma autoral com peso e propósito.
A Kendrix é o tipo de banda que começou como “pretexto social” pra se encontrar no estúdio — e virou um projeto autoral de rock com letra, peso e personalidade.
A banda foi fundada por Rodolfo (guitarra) e Fábio (vocal) — um médico e o outro funcionário público. Eles queriam uma desculpa elegante pra se reunir no estúdio, abrir uns vinhos e fazer barulho sem culpa.
No começo eram os covers, aquela fase de “só pra divertir”. Só que o negócio foi ficando sério sem ninguém perceber: ensaios mais frequentes, timbres mais caprichados, e uma vontade crescente de não só tocar… mas ter algo pra dizer.
A Kendrix tem o hard rock correndo na veia — é pulsação, é peso. Mas sim… rola pop rock também. Além das autorais com raízes firmes no hard rock, a banda passeia por clássicos que marcaram gerações: Bon Jovi, Audioslave, Guns N' Roses, A-ha e até aquela energia punk explosiva de The Offspring. É peso, melodia, nostalgia e identidade própria...
Rodolfo e Fábio precisavam de um motivo socialmente aceito pra se encontrar no estúdio. A resposta foi óbvia: “vamos ensaiar”. Tradução: vinho, risada, riffs e aquela sensação de que amanhã a vida real volta… então hoje é barulho.
A banda foi amadurecendo sem alarde. Um dia você tá tocando “só por diversão”, no outro tá discutindo arranjo como se fosse um caso de família. E aí veio a vontade de ir além: fazer música própria.
Rodolfo começou a escrever as letras e puxar melodias — até que nasceu a primeira música da banda: “A Insustentável Leveza do Ser”, uma balada rock cheia de energia e peso. Daquelas que você termina e pensa: ok, agora isso virou coisa séria.
Teve fase de “formação definitiva” que durou menos que uma afinação. Até que apareceu o André: um baiano meio axérock que chegou trazendo groove, presença e aquela energia de quem não pede desculpa por tocar com vontade.
Como se não bastasse, André trouxe o Fabiano — baixista e maestro. Porque a Kendrix é isso: a prova de que o rock consegue juntar mundos que nunca deveriam se encostar… e ainda soar bem.
Em resumo: começou como desculpa pra se reunir e virou um projeto autoral com identidade. O resto é história — e a gente segue escrevendo com amplificador ligado.
Uma formação construída no caos, lapidada no estúdio e amarrada por música boa.
Guitarra • Letras • Melodias
O cara que chama de “brincadeira” e depois entrega uma autoral com peso e propósito.
Vocal • Atitude • Presença
A voz que dá identidade — e transforma ensaio em show sem avisar.
Bateria • Groove • Axérock (na dose certa)
Chegou “de mansinho” e bagunçou o som da banda pra melhor.
Baixo • Maestro
Se o grave some, ele resolve. Se o caos aparece, ele organiza (às vezes).
🙂